Mãe de primeira viagem Weblog


A Chegada do presente!

Passei o último mês indo pelo menos uma vez por semana no hospital, pois qualquer coisinha diferente já queria ir logo, sem ficar esperando muito.

Então na terça-feira dia 04/03/2008, fui mais uma vez passear no hospital, já estava com 6cm de dilatação, mas não tinha as contrações, a medica então pediu para que eu voltasse na quinta feira dia 06, mas se sentisse qualquer coisa antes que eu corresse para o hospital.

Na quinta feira acordei umas 7h, tomei banho, tomei café, então fui acordar o Anderson para irmos ao hospital com a minha mãe, para a médica dá uma olhadinha, ouvir o coração da Larissa.

Quando cheguei no hospital minha dilatação já tinha aumentado de novo, tinha chegado a 8cm e o coração da neném estava um pouquinho acelerado. A médica então informou que ia me internar para induzir as contrações e assim a Larissa poder nascer.

Eu olhei pro Anderson e suspiramos… putz vai ser agora!!!!

Sai dá sala falei com a minha mãe e começamos a ligar, pro meu pai, minhas irmãs, para os pais do Anderson, os avós dele. E para minha Tia que ia levar minha mala e a da Larissa, foi quando percebemos que tínhamos deixado ela trancada dentro de casa, sem chave.

Enquanto fui pra sala de pré-parto, minha mãe foi pra casa soltar minha tia, o Anderson ficou preso dentro do elevador e eu sozinha na sala de pré-parto, ainda tentando descobrir o que era uma contração.

Foi quando senti uma dorzinha… e falei pra enfermeira acho que senti uma! Ela deu uma risada, e ligou pra médica.

Na sala junto comigo tinha uma outra mãezinha, mas ela estava em trabalho de parto, com contrações, dores fortes e eu olhava pra ela e só pensava eu não sinto metade do que ela sente.

A médica então chegou e foi dá uma olhada como estava o processo, e imediatamente chamou o anestesista pois já tava chegando e ia ser muito rápido.

Então começou uma contração atrás da outra. O Anderson entrou na sala de parto e a médica explicou como seria, onde segurar, como fazer a força… e lá vamos nós.

Faz força!!! Mais uma vez… mais uma e pronto!!!

Pronto… que coisa mais pequena, rosinha, amassadinha lindinha… e com os olhos cheio de lágrimas olhei para o Anderson e as lágrimas também escorriam pelo seu rosto.

Aquela pessoinha toda pequenininha, tinha cabelinhos, a boquinha de coração, a mãozinha com dedinhos perfeitos… e fazia um biquinho tão lindo pra chorar!!!

Nossa o meu presente de Deus finalmente chegou!!!! Chegou do jeito que eu sonhei que fosse… linda…perfeitinha… que vontade de nunca mais soltar!!!

Que medo enorme de perder ela, que medo de não ser merecedora dela, de decepcionar a minha filhotinha que foi tão esperada, desejada, sonhada…

Como que em 1 segundo uma vida pode mudar tanto?? Como em 1 segundo todos os sentimentos passam a ser tão pequenos e ao mesmo tempo tão intensos???

Como uma pessoinha tão pequena e indefesa pode fazer uma pessoa adulta mudar todos os seus conceitos, preconceitos, sentimentos, fé, sentimentos, atitudes??

Eu ainda não sei como ela faz isso, simplesmente sinto as mudanças que ela causa em mim. E agradeço todos os dias pelo meu presente, por ela ter me escolhido como mães, para compartilhar sua vida tão cheia de luz comigo.  


Sorriso de bebês funciona como droga para mães

Quem é mãe sabe o poder que o sorriso de um filho tem, mas agora a ciência acaba de mostrar que ele é tão forte que equivale a uma droga natural. Um estudo do Texas Children’s Hospital mostrou que, ao verem seus bebês sorrindo, mães tiveram uma reação cerebral de prazer parecida com a obtida com o uso de drogas.
Os resultados da pesquisa podem ajudar a compreender melhor o forte vínculo entre mães e filhos -e o que acontece quando há alguma falha nessa relação.
Foram acompanhadas 28 mães de primeira viagem, cujos filhos tinham entre cinco e dez meses de idade. As voluntárias foram submetidas a exames de ressonância magnética enquanto olhavam fotografias de seus filhos e de crianças desconhecidas. Em algumas imagens, as crianças estavam sorrindo e, em outras, tinham expressões faciais neutras ou de tristeza.
Os resultados mostraram que, quando as mulheres viam fotos de seus filhos sorrindo, áreas cerebrais associadas a recompensa e prazer eram ativadas -as mesmas associadas à dependência de drogas. Também observaram aumento na produção de dopamina, substância que estimula o sistema nervoso central e tem relação com o vício em jogo, álcool e drogas.

RELAÇÃO VICIANTE

 Ao verem fotos de seus filhos sorrindo, mães aumentavam a produção de dopamina.


Profissão Mãe

Uma mulher  foi renovar a sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.

  Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.
“O que eu pergunto é se tem um trabalho”,  insistiu o funcionário.
“Claro que tenho um trabalho”, exclamou.

 “Sou mãe”.
“Nós não consideramos “mãe” um trabalho.

Vou colocar”Dona de casa”,  disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história

até o dia em que me encontrei em situação idêntica.
A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira,
segura, eficiente, dona da situação,
 perguntou:Qual é a sua ocupação?
Não sei o que me fez dizer isto,

as palavras simplesmente saltaram-me da
boca para fora

“Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.”

A funcionária fez uma pausa,  a caneta de tinta permanente a apontar para o
ar e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.

Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no
questionário oficial.

Posso perguntar, disse-me ela com novo interesse,
o que faz exatamente?

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz,
ouvi-me responder:

“Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em
laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e
fora de casa). Sou responsável por uma equipe  (minha família), e já recebi
quatro projetos ( todas meninas).

Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???),
o grau de exigência é em nível de 14 horas por dia (para não dizer 24  horas).

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de
preencher o formulário, se levantou e, pessoalmente me abriu a porta.
Quando cheguei em casa, com o título da minha carteira erguido, fui
recebida pela minha equipe: uma com 13 anos,  outra com 7 e outra com 3
anos.

Do andar de cima, pude ouvir o meu novo experimento (um bebê de seis
meses), testando uma nova tonalidade de voz.

Senti-me triunfante!

Maternidade… que carreira gloriosa!

Assim, as avós deviam ser chamadas
“Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas”.

As bisavós:
“Doutora- Executiva- Sênior”.

E as tias:
“Doutora – Assistente”.

Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas,
companheiras.

Doutoras na Arte de fazer a vida melhor !!!

Fonte Mensagens e Poemas


MENINO OU MENINA?

Estou me preparando para a ultra-sonografia que finalmente me dirá se é um menino ou uma menina.

E a agitação, ansiedade suspense era tanto, tanto que já estava contagiando a todos.

E numa conversa com uma amiga que tinha tido filho há um ano, veio com uma dica que ela recebeu se uma senhorinha enquanto esperava para fazer a ultra-sonografia dela.

A dica foi a mais deliciosa possível. A senhorinha perguntou pra minha amiga se ela queria saber o sexo do bebê, minha amiga sem pestanejar respondeu que sim, então a senhora deu a dica. “Coma um pedacinho de chocolate que o bebê fica feliz e abre as perninhas”. Minha amiga ficou olhando e achou uma lanchonete e comprou e funcionou.

E quando ela me deu a mesma dica, eu tava tão ansiosa que fui atrás daquelas barras grandes e comi tudo!!! Pra não ter dúvida que o bebê ia ficar felicíssima e iria me mostrar se era uma menina ou uma menina.

E nesta ultra-sonografia eu quis ir sozinha, e se não aparecesse?? Eu já tava nervosa e já bastava.

Quando entrei o médico fica naquele silêncio… mede daqui, mede de lá… depois coloca o som pra eu ouvir o coraçãozinho e sempre em todas as vezes… eu achava que meu coração ia parar… os meus olhos enchiam de lágrimas… é uma sensação única, era pelo menos o que eu achava.

Então veio a pergunta do médico: – você quer saber o que é?

  • – Lógico!!!!!
  • – É uma MENINA

Eu fiquei quieta, sem falar nada… agradeci e fui embora.

Assim que sair do consultório, liguei para o Anderson e falei… ele também ficou mudo.

Fui pra casa da minha mãe e comecei a chora!!! É uma menina!!! Uma menininha!!!

Quando voltava pra minha casa, já parei na loja de bebê e comprei 2 vestidinhos!!!

Caramba eu ia ser mãe de uma menina!!!!  O Anderson no final de semana que teve uma folguinha foi e fez uma tatuagem!!!

Deus!!! É uma menina!!!!


Como é uma contração???????????

Como é a contração?? Essa foi à pergunta que mais fiz para todas as mulheres que já tiveram filhos, para a médica, para os plantonistas do hospital e cada um me dava uma definição diferente.

Imagina que quando entrei no 7º mês comecei a querer saber como era a contração, como que eu ia saber se era a contração para a Larissa nascer ou se era uma cólica causada por ela tentando se encaixar.

Hoje eu dou risada lembrando… mas na época eu ficava com medo de não identificar.

Quando perguntei pra minha irmã que é enfermeira, mas não tem filho ela me respondeu baseada na informação que recebeu da amiga que tinha ganhado a neném.

Então a resposta foi a seguinte: “Você vai sentir as costas se abrirem”. Agora tente imaginar suas vértebras se afastando umas das outras e se mexendo lateralmente. Pensou? Não dava pra imaginar os ossos se mexendo.

Depois perguntei pra minha médica e resposta veio assim: “É uma dor que vem de cima pra baixo, com a sensação que as costas se abrem, você vai saber”. Agora tenta imaginar suas costas se abrindo e a dor que sobe e desce pelo corpo. Você conseguiu imaginar?? Porque eu não consegui saber como uma dor subia e descia pelas costas que se abriam.

Então fui pra minha mãe, 3 filhas essa deve saber com certeza, nós nascemos!!! Então…olha que resposta brilhante ” Você vai sentir uma dor nas cadeiras, com vontade de andar de um lado para o outro… você vai saber”

Então recapitulando, uma dor que abre as costas, sobe e desce e dói nas cadeiras, vai dá vontade de andar e eu vou saber!!

Nada me fazia imaginar essa sensação descrita, persistir e perguntei pra minha amiga e a resposta foi mais surpreendente ainda… “É uma dor forte que faz você empurrar para baixo, e se a bolsa estourar vai ouvir com se uma bexiga estourasse e sai um monte de água, mas fica tranqüila você vai saber”

CARACA!!!!! Cada vez que perguntava vinha uma definição diferente junto com a frase que passei a detestar “VOCÊ VAI SABER”.

Que eu ia saber, eu imaginava que sim, afinal ela ia ter que sair, mas eu queria saber pra me preparar e saber identificar.

Então que aconteceu no último mês, cada vez que sentia uma dorzinha ou ela se mexia mais forte ia pra maternidade e lá recebia outras definições. Até o dia que fui internada pois tinha a dilatação e não tinha a bendita contração.

Resolvi perguntar mais uma vez, mas agora para médica que ia fazer o parto e foi a melhor definição a que mais chegou perto das minhas contrações. “É uma sensação que quer fazer um cocozão” Não foi a definição mais bonita, mas foi a que mais se aproximou.

E é claro que se eu perguntasse para mil pessoas eu ia receber mil definições, afinal cada mãe vai sentir de uma forma e VOCÊ VAI SABER!!!!!


Chá de bebê

Passei a gravidez pensando se faria o chá de bebê, pois tem aquelas brincadeiras, pagações de micos…

Mas decidi por fazer, e foi uma boa escolha.

Afinal foi uma boa maneira de reunir as pessoas que se preocuparam, apoiaram, curtiram, se emocionaram junto comigo a minha gravidez.

Poder reunir quem gosta e mim e tá feliz pela chegada da minha filhotinha foi muito bom, pois já no final eu tava mais ansiosa pela chegada da Larissa.

As minhas irmãs fizeram um molde da minha barriga com gesso, aquele gesso que engessamos o braço, e os convidades assinaram e deixaram suas mensagens para minha filha, foi uma boa ideia. Quando ela tiver maior ver como era minha barriga com ela dentro e ver também como ela já era amada mesmo antes de nascer.

O chá de bebê também foi uma forma de envolver mais o pai nesse processo que é na maior parte da mãe. Então tiveram brincadeiras que puderam envolver o pai, e toda a familía e amigos.

O chá de bebê foi mais para relaxar, prá lembrar que todos estavam torcendo por nós e perceber como minha filha era querida, do que para ganhar presentes.

Reunir todas as pessoas que queriam festejar a chegada da Larissa foi realmente D+!!! E eu só tenho que agradecer as pessoas que foram.


Parto normal ou cesária???

Parto normal ou cesária??? O tempo vai passando, minha barriguinha vai aparecendo e o bebê cada dia fica mais concreto.

Então começo a pensar no parto, afinal todas as mulheres que tiveram filhos vai contar como foi o parto delas e normalmente é muito intenso as experiências, afinal é um momento único na vida da mulher e cada parto é diferente do outro, mesmo pra aquelas que tiveram mais de um filho.

Enfim, minha primeira e única opção era o parto normal. E isso era sem discussão, não era negociável. Pois a recuperação é muito mais rápida pra mãe, além do que morria de medo da cirurgia que seria a cesariana.

Então, o meu plano de saúde me dava um médico para fazer o pré-natal, mas o parto seria feito com plantonista do hospital. Como era meu primeiro parto quis negociar com o médico para ele fazer meu parto no particular.

Ele então me deu os preços dele. Cesariana: R$1.500,00 e o parto normal: R$3.500,00. Tudo bem, falei que queria que fosse o parto normal. Então ele me respondeu que só faria se fosse cesariana, pois ele não tinha tempo para esperar pelo parto normal.

Eu estava no 5º mês, como eu poderia aceitar marcar uma cesariana naquele momento? Ainda faltavam 4 meses pra chegada do bebê. Procurei um outro médico do convênio e obtive a mesma resposta. E o que é melhor para mãe? E o melhor pro bebê?? Como aquilo poderia está acontecendo comigo??!!! Como que esses médicos queriam me impor uma cesariana?? Eu ainda estava no 5º mês!!!

Fui ficando cada vez mais ansiosa, chegava a virar a noite pensando que os médicos não iam querer fazer o meu parto normal, que iriam escolher o que era melhor para eles, sem se importar com minha vontade. Então comecei a fazer o pré-natal com uma ginecologista amiga da família, pena que ela não fazia mais partos. Mas com certeza foi minha salvação.

Ela me apoiou na decisão de esperar pra tentar o parto normal, me explicou como seria se fosse normal. Explicou também quais motivos me levariam escolher a cesariana quando chegasse a hora do bebê nascer.

Essa era com certeza uma médica ginecologista obstetra de verdade. Como ela chama?? Margarida Barreto!

E no final, quando chegou a hora, foi do jeitinho que imaginei que fosse. Rápido e normal!!! E com certeza foi a melhor escolha para mim.


Ouvido de Mercador

Durante uma das primeiras consultas do pré-natal minha médica falava pra eu fazer ouvido de mercador e eu não entendi direito porque.

Mas não demorou muito pra eu entender aquele conselho. É impressionante como as pessoas sempre tem coisas ruins pra contar, ainda mais quando está num momento que tudo te afeta. Realmente é impressionante.

Primeiro percebi que as pessoas realmente acreditam que você tem que comer por 2, o que não é verdade, pois continuei com apenas 1 estômago. E é normal nos primeiros meses ter enjôo então terminei comendo um pouco menos, mas comia o que tinha vontade, quando tinha vontade, enfim… passei a ouvir então que o meu bebê seria uma criança desnutrida, parecida com um rato!!! Que maravilha foi ouvir esse comentário, ainda mais vindo de pessoas que teoricamente diziam que me apoiava.

Enfim, foram 9 meses de muito blá, blá, blá na minha orelha.

Entre os comentários também vinham as crendices, uma que ficou marcada e que até hoje não encontro lógica é que mulher grávida não pode sentar no chão, tento até hoje e sempre questiono porque a mulher grávida não pode sentar no chão, porque se não o bebê terá cólicas. Agora alguém me explica. Como que a friagem vai subir pela vagina, penetrar as 3 camadas do útero e ficar lá alojada por 9 meses junto com o bebê,  até que ele nasça para então ter a cólica. Alguém pode explicar???

Outra boa de cólica é o chocolate, você come o chocolate e não deve fazer a digestão do chocolate durante a gravidez, essa deve ser a explicação, para depois do nascimento a criança ter a cólica do chocolate que foi ingerido durante a gravidez.

E os casos das tragédias, acidentes durante o parto, os falecimentos das crianças, casos de má formação ou deficiências e ainda os casos das pessoas que perderam o bebês.

Agora entendi porque devemos fazer ouvido de mercador durante a gravidez, se eu não fizesse eu ia enlouquecer… literalmente!!! E mesmo depois que a Larissa nasceu eu continuo fazendo ouvido de mercador, afinal eu vou ter a minha experiência com ela e vai ser única!!!


O que eu ouvi na gravidez

Está mais do que provado e comprovado que o bebê pode ouvir de dentro da barriga da mãe.

Então eu conversava com ele todos os dias… até que ganhei um CD, que chama “ Clássicos para crianças com sons da natureza”.

Fiquei olhando… música clássica??? Não é muito minha cara, quer dizer… não tem nada haver comigo!!! Mas vamos ouvir… eu ganhei mesmo.

Coloquei o CD e os instrumentos começaram a tocar suavemente e de fundo o barulhinho da água, dos pássaros… gostei, quer dizer gostamos, com certeza foi a trilha sonora da minha gravidez.Um trilha sonora de qualidade, composta por Bach, Schubert, Beethoven, Mozart, entre outros.

No meu ritual diário de chegar do trabalho, tomar banho e então o CD entrava em ação… música e aquela lambança de creme por todo corpo para evitar as famosas estrias.

Esse era o momento que era meu e do bebê, só nosso…

E depois que ela nasceu ele continua em ação, mas agora dividindo o espaço com mais dois Cd´s “É uma menina” e “Canções de ninar”.

 


E agora, o que vou ter que comprar???

Tá agora sei que estou grávida de verdade, o que vou precisar comprar? Do que o bebê vai precisar?? Será que o dinheiro vai dá?

Então vamos começar a pesquisa, mas onde procurar?? Comecei pelo básico a “internet”, eles nunca falham outra alternativa que tive foi ir às lojas especializadas, nessas lojas normalmente elas tem uma lista para enxoval.

Quando olhei para aquela lista enorme pensei logo que tava era ferrada. De onde ia tirar dinheiro pra comprar tudo que tinha naquela lista.

Bem… respira… respira… calma… tudo vai dar certo. Esse foi meu segundo pensamento depois do susto.

Durante a minha gravidez eu utilizei dois sites na verdade, o 1º foi: “Guia do bebê” e o outro foi o da loja ” Alô Bebê”,os dois tem a lista de enxoval, e fala do desenvolvimento do bebê semana a semana.

Agora com a lista enorme na mão vamos a compra!!!! Que beleza vou gastar!!!! Nem tanto… tenho outras contas para pagar… mas, se eu comprar um pouquinho em cada mês no final vou ter tudo!!! Boa idéia!

Vou comprar rosa ou azul??? Hummm… Vamos ver… não sei ainda. Então começo pelas coisas que os dois podem usar

Toalhas de fraldas, kit manicure,  bodys, fraldas, fraldas muitas fraldas!!!

Nem sempre era fácil olhar pra lista, pois tinha itens que eu nem sabia o que era ou qual seria a utilidade ou então eu pensava, nossa será que ele vai utilizar isso nos primeiros meses. Foi no meio desses pensamentos que comecei a relaxar… e usava a lista só como base.

O bebê é meu!! O dinheiro também!! Então ele vai ter o que eu achar que é adequado pra ele, eu é que decido!!! Além do mais, além do que a família pirou de alegria e chovia presentes. Então as compras ficaram muito mais divertidas!!! E a minha preocupação passou a ser “onde vou guardar tudo isso”!!!